{"id":47,"date":"2016-04-13T12:00:00","date_gmt":"2016-04-13T15:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/helbertt.16mb.com\/site\/index.php\/2016\/04\/13\/arquiteturas-peer-to-peer-e-cliente-servidor\/"},"modified":"2016-04-13T12:00:00","modified_gmt":"2016-04-13T15:00:00","slug":"arquiteturas-peer-to-peer-e-cliente-servidor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/helbertt.xyz\/site\/arquiteturas-peer-to-peer-e-cliente-servidor\/","title":{"rendered":"Arquiteturas Peer-to-Peer e Cliente-Servidor"},"content":{"rendered":"<p>A interface entre as aplica\u00e7\u00f5es e o Sistema Operacional baseia-se usualmente em intera\u00e7\u00f5es solicita\u00e7\u00e3o\/resposta, em que seu emprego solicita um servi\u00e7o (abertura de um arquivo, impress\u00e3o de bloco de dados, aloca\u00e7\u00e3o de uma \u00e1rea de mem\u00f3ria etc.) por meio de uma chamada ao sistema operacional. O sistema operacional, em resposta \u00e0 chamada, executa o servi\u00e7o solicitado e responde informando o status da opera\u00e7\u00e3o (se foi executado com sucesso ou n\u00e3o) e transferindo os dados resultantes da execu\u00e7\u00e3o para a aplica\u00e7\u00e3o, quando for o caso.<\/p>\n<p>No modo de intera\u00e7\u00e3o cliente-servidor, a entidade que solicita um servi\u00e7o \u00e9 chamada cliente e a que presta o servi\u00e7o \u00e9 o servidor. A intera\u00e7\u00e3o cliente-servidor constitui-se no modo b\u00e1sico de intera\u00e7\u00e3o dos sistemas operacionais de redes. As esta\u00e7\u00f5es que disponibilizam a outras esta\u00e7\u00f5es o acesso aos seus recursos por meio da rede devem possuir a entidade (ou m\u00f3dulo) servidor. As esta\u00e7\u00f5es que permitem que suas aplica\u00e7\u00f5es utilizem recursos compartilhados com outras esta\u00e7\u00f5es devem possuir a entidade (ou m\u00f3dulo) (SILBERSCHATZ, 2000).<\/p>\n<p>Nas esta\u00e7\u00f5es que possuem o m\u00f3dulo cliente, o SOR, ao receber um pedido de acesso a um recurso localizado em outra esta\u00e7\u00e3o da rede, monta uma mensagem contendo o pedido e a envia ao m\u00f3dulo servidor da esta\u00e7\u00e3o onde ser\u00e1 executado o servi\u00e7o. Na esta\u00e7\u00e3o remota, o SOR recebe a mensagem e providencia a execu\u00e7\u00e3o (nos casos onde o pedido envolve a devolu\u00e7\u00e3o para o SOR na esta\u00e7\u00e3o requerente). Quando o SOR na esta\u00e7\u00e3o que requisitou o servi\u00e7o recebe a mensagem transportando a resposta, ele faz sua entrega \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o local.<\/p>\n<p>As fun\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias do SOR nos m\u00f3dulos clientes s\u00e3o diferentes das fun\u00e7\u00f5es nos m\u00f3dulos servidores. No m\u00f3dulo cliente, o SOR restringe-se praticamente a fornecer servi\u00e7os de comunica\u00e7\u00e3o de pedidos para o servidor e entregar as respostas \u00e0s aplica\u00e7\u00f5es. No m\u00f3dulo servidor, al\u00e9m das fun\u00e7\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o, v\u00e1rios outros servi\u00e7os s\u00e3o executados. Um deles \u00e9 o controle do acesso aos recursos compartilhados por v\u00e1rios usu\u00e1rios por meio da rede, para evitar, por exemplo, que um usu\u00e1rio n\u00e3o autorizado apague arquivos que n\u00e3o lhe pertencem (OLIVEIRA, 2004). Portanto, podemos classificar os m\u00f3dulos de um SOR instalados nas esta\u00e7\u00f5es em dois tipos:<\/p>\n<p>\u2022 SORC: m\u00f3dulo cliente do sistema operacional<br \/>\u2022 SORS: m\u00f3dulo servidor do sistema operacional<\/p>\n<p>Na arquitetura peer-to-peer, em todas as esta\u00e7\u00f5es o sistema operacional de redes possui os dois m\u00f3dulos: SORC e SORS.<\/p>\n<p>Na arquitetura cliente-servidor, a esta\u00e7\u00e3o da rede divide-se em esta\u00e7\u00f5es clientes, que s\u00f3 possuem as fun\u00e7\u00f5es do m\u00f3dulo cliente acopladas ao seu sistema operacional local e em esta\u00e7\u00f5es servidoras. As esta\u00e7\u00f5es servidoras necessariamente possuem as fun\u00e7\u00f5es do m\u00f3dulo servidor e podem, opcionalmente, possuir tamb\u00e9m as fun\u00e7\u00f5es do m\u00f3dulo cliente (possibilitando, por exemplo, que um servidor seja cliente de outro, caso t\u00edpico da rela\u00e7\u00e3o entre servidores de impress\u00e3o de arquivos). Nessa arquitetura, usualmente, as esta\u00e7\u00f5es servidoras n\u00e3o permitem usu\u00e1rios locais. Elas s\u00e3o integralmente dedicadas ao atendimento de pedidos enviados pelas esta\u00e7\u00f5es clientes por meio da rede (TANENBAUM, 2003).<\/p>\n<p>Na arquitetura cliente-servidor com servidor n\u00e3o dedicado, as esta\u00e7\u00f5es servidoras possuem sistema operacional local que \u00e9 estendido por um m\u00f3dulo SORS e um m\u00f3dulo SORC. O m\u00f3dulo SORC pode ser usado tanto pelo SORS quanto pelas aplica\u00e7\u00f5es dos usu\u00e1rios locais da esta\u00e7\u00e3o servidora. Assim, os recursos locais das esta\u00e7\u00f5es servidoras s\u00e3o compartilhados tanto pelos usu\u00e1rios atendidos pelo sistema operacional local (que tamb\u00e9m podem ter acesso a servi\u00e7os de outros servidores) quanto pelos usu\u00e1rios remotos que fazem pedidos ao SOR por meio da rede. Voltamos a salientar que, como a esta\u00e7\u00e3o servidora possui um m\u00f3dulo SORC, seus SORS podem ser cliente de outra esta\u00e7\u00e3o servidora, como em alguns servidores dedicados (MINASI, 2003).<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.portaleducacao.com.br\/informatica\/artigos\/28401\/arquiteturas-peer-to-peer-e-cliente-servidor#ixzz45T7Ev0Ie\" target=\"_blank\">PORTAL EDUCA\u00c7\u00c3O <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A interface entre as aplica\u00e7\u00f5es e o Sistema Operacional baseia-se usualmente em intera\u00e7\u00f5es solicita\u00e7\u00e3o\/resposta, em que seu emprego solicita um<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout"},"categories":[46,53,37],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/helbertt.xyz\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47"}],"collection":[{"href":"https:\/\/helbertt.xyz\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/helbertt.xyz\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/helbertt.xyz\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/helbertt.xyz\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/helbertt.xyz\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/helbertt.xyz\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/helbertt.xyz\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/helbertt.xyz\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}